Confiança, uma palavra bonita, tantas vezes empregue, pensando que apenas por a invocarmos, ela crescerá em nós como uma flor nas primeiras chuvas de Outono.
A confiança não nasce como uma flor.
A confiança conquista-se, tal como se conquista uma donzela. Trabalhando, lutando, fazendo nascer nela um interesse, e ser ela a razão de nos movermos.
Existirá no mundo algo mais gracioso que a vida de um homem, cuja confiança foi conquistada e é alimentada diariamente, tal como uma criança que necessita de atenção, para que cresça forte e nos proteja quando a carne fraquejar?
Oh confiança! Eu que tanto necessito de ti para que me acompanhes neste momentos de solidão e fracasso.
Por ti lutarei para que me aches digno de ti, tu, que permites ao homem mudar o mundo, permite-me avançar sem medo de cair.
Será que à medida que o tempo avança, mais sede tenho de ti e mais dependente me acho?
Serás tão cruel, que possas atirar um homem para os confins do mundo e torná-lo um incapaz?
Será o homem um escravo da tua vontade?
Provar-te-ei oh confiança, ser digno de ti.
Provar-te-ei ser um lutador que conseguirá dar um rumo à sua vida.
Prometo, que contigo, serei sempre mais e melhor, e inundarei a vida neste mundo com tão belo e reconfortante sentimento que és tu, oh nobre e doce confiança.
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