Quero.
Quero sentir o teu calor nesta cama fria. Quero a tua presença que me acalma.
Sentir-te perto. Perto o suficiente para beijar a tua doce e suave face.
Sentir o aroma do teu cabelo ao abraçar-te, aquando de um beijo de boa noite.
Puder agarrar a tua mão, para ter a certeza que não és um sonho e que não me vais largar.
Suspirar um amo-te e apenas ouvir um "hm" adormecido, num sono que te faz tão doce e bela.
Sentir esta necessidade de apenas tu, ganhando esta palavra, apenas, um significado tão distinto. Tão distinto quanto esta distância que nos mantém acordados, à espera, na cama vazia, fria e solitária, de um reconforto.
Reconforto esse que seja bem dentro do coração, ao saber que mesmo longe, os nossos corações batem sincronizados um com o outro.
Assim encosto a cabeça na almofada, imaginando ser o teu peito, e adormecendo por fim, reconfortado.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Confiança
Confiança, uma palavra bonita, tantas vezes empregue, pensando que apenas por a invocarmos, ela crescerá em nós como uma flor nas primeiras chuvas de Outono.
A confiança não nasce como uma flor.
A confiança conquista-se, tal como se conquista uma donzela. Trabalhando, lutando, fazendo nascer nela um interesse, e ser ela a razão de nos movermos.
Existirá no mundo algo mais gracioso que a vida de um homem, cuja confiança foi conquistada e é alimentada diariamente, tal como uma criança que necessita de atenção, para que cresça forte e nos proteja quando a carne fraquejar?
Oh confiança! Eu que tanto necessito de ti para que me acompanhes neste momentos de solidão e fracasso.
Por ti lutarei para que me aches digno de ti, tu, que permites ao homem mudar o mundo, permite-me avançar sem medo de cair.
Será que à medida que o tempo avança, mais sede tenho de ti e mais dependente me acho?
Serás tão cruel, que possas atirar um homem para os confins do mundo e torná-lo um incapaz?
Será o homem um escravo da tua vontade?
Provar-te-ei oh confiança, ser digno de ti.
Provar-te-ei ser um lutador que conseguirá dar um rumo à sua vida.
Prometo, que contigo, serei sempre mais e melhor, e inundarei a vida neste mundo com tão belo e reconfortante sentimento que és tu, oh nobre e doce confiança.
A confiança não nasce como uma flor.
A confiança conquista-se, tal como se conquista uma donzela. Trabalhando, lutando, fazendo nascer nela um interesse, e ser ela a razão de nos movermos.
Existirá no mundo algo mais gracioso que a vida de um homem, cuja confiança foi conquistada e é alimentada diariamente, tal como uma criança que necessita de atenção, para que cresça forte e nos proteja quando a carne fraquejar?
Oh confiança! Eu que tanto necessito de ti para que me acompanhes neste momentos de solidão e fracasso.
Por ti lutarei para que me aches digno de ti, tu, que permites ao homem mudar o mundo, permite-me avançar sem medo de cair.
Será que à medida que o tempo avança, mais sede tenho de ti e mais dependente me acho?
Serás tão cruel, que possas atirar um homem para os confins do mundo e torná-lo um incapaz?
Será o homem um escravo da tua vontade?
Provar-te-ei oh confiança, ser digno de ti.
Provar-te-ei ser um lutador que conseguirá dar um rumo à sua vida.
Prometo, que contigo, serei sempre mais e melhor, e inundarei a vida neste mundo com tão belo e reconfortante sentimento que és tu, oh nobre e doce confiança.
Subscrever:
Comentários (Atom)